16. Na sua obra, a vida que Elizabeth Leite vê não é a que os outros veem, apesar de figurarem nas telas outrora brancas cenas do quotidiano aparentemente comuns.
17. É a estética de Sobral Centeno sensível, dizível e indizível, orgânica e inorgânica, de uma matéria comandada pelo espírito. Uma linguagem que a si pertence, construída ao longo dos anos.
18. Há na pintura de Celeste Ferreira uma bela flor de inverno que, ao refletir na jarra de cristal, tem o poder de nos deslumbrar, para, assim que se desprende do caule, nos mostrar o desalento, a desumanidade e a injustiça.
Beatriz Meireles