1. Em Emerenciano, é profuso o recurso a símbolos na sua arte, uma linguagem que não o limita, mas que o aproxima de si mesmo e dos outros.
2. Em Ana Maria Fernandes (A.fé), perscrutamos a alma que vive à superfície da tela, cada vez mais experiente, fiel admiradora da arte e cultura.
3. Para Dulce Barata Feyo, cremos que os caminhos, que existem e inexistem sobrepostos, levam-nos a um só caminho singular, uma filosofia que a artista constrói a partir da natureza, como se pedisse ao caracol para escrever a palavra tempo…
4. Rosalina Santos visita o seu próprio interior na juventude que adquire através da cultura, divulgando a arte como ninguém pelas ações e as imagens da máquina fotográfica.
Beatriz Meireles